Livros

6 razões para te orgulhares em seres Hufflepuff

18 Agosto, 2017

Acho que não é novidade que eu sou um grande fanático de Harry Potter. Alias dá perfeitamente para ver pelo titulo do blogue. E quem me conhece sabe que sou Hufflepuff. Alias acho que não é muito difícil chegar a essa conclusão ah ? 😛

No entanto, nem todos ficaram com o mesmo nível de felicidade que eu, quando no Pottermore o vosso resultado foi Hufflepuff. E sejamos honestos, Hufflepuff é a casa menos valorizada, portanto aqui estão 6 grandes razões por ficares contente em seres Hufflepuff.

1. Somos a casa preferida da J. K. Rowling.

Sim, é verdade! Numa entrevista, J. K. Rowling disse que somos a sua casa preferida.E que ficou feliz quando a sua filha disse que todos deviam ser Hufflepuffs

2. Somos os mais amigáveis.

Hufflepuffs são excelentes companheiros e amigos, nós não criamos confusões e tentamos sempre fazer com que os outros se sintam bem ao nosso lado, e damos sempre segundas oportunidades às pessoas (embora algumas não mereçam).

3. Somos trabalhadores

Hufflepuffs tendem sempre seguir o caminho justo e honesto, por isso somos muito trabalhadores. Persistência e dedicação fazem parte do nosso dia-a-dia lema!

4. A nossa sala comum é perto da cozinha, vai uma fatia de bolo às 2 da manhã?

Temos acesso à comida mais facilmente do que as outras casas, e como somos simpáticos ninguém nos diz que não.

5. Um nome: Newt Scamander

Se vocês já leram “Monstros Fantásticos e onde encontrá-los”, sabem que a personagem principal, Newt Scamander, é Hufflepuff. Fantástico não é?

6. Há poucos dark wizards em Hufflepuff

Há pessoas que pensam que a Umbridge fosse Hufflepuff, mas de acordo com o Pottermore ela é na verdade Slytherin. E ambos sabemos que em Slytherin houve muitos feiticeiros que ficaram dark. Hell até em Gryffindor tiveram o Peter Pettigrew, e ambos sabemos como isso acabou.

Será que me escapou alguma razão? 😛


Pessoalidades Viagens

Crónica de um emigrante: Um mês depois

11 Agosto, 2017

Dia um de Agosto, fez um mês que deixei o meu país para trás à procura de uma vida melhor, e estando a menos de um mês para regressar a Portugal para retomar os meus estudos decidi fazer um balanço da minha experiência. Valeu a pena? Claro! se foi fácil? não, não foi.

Um dos grandes obstáculos à minha integração nesta nova cultura foi, e é, sem dúvida a língua. Ora eu nunca tive alemão em toda a minha vida, já tive francês no ensino básico, mas isso foi há mais de 10 anos, portanto posso perfeitamente afirmar que não sou fluente na língua. A minha única salvação foi a língua de Shakespeare, o inglês 😛

Apesar de saber apenas 8 palavras de francês, alemão e luxemburguês, moien, hallo, bonjour, guten morgen, danke, gute nacht e claro auf wiedersehen, (mas como somos todos pessoas preguiçosas apenas dizemos tschüss), recorri sempre ao inglês na maior parte das vezes. Infelizmente nem todos falem inglês, especialmente na zona onde vivo que é mais encostada para a Alemanha, então o mais comum é falar-se alemão ou raras as vezes, o francês.

Ir ao supermercado é complicado, o que vale é só colocar o carrinho e seguir para a caixa e dizer merci, e aur avoir. Felizmente existem tugas em quase todo o lado, incluindo no supermercado onde costumo ir, então sempre que tenho dúvidas ou não encontro um produto acabo por me dirigir sempre à mesma pessoa. (Hurray for tugas)

Espero que tenham gostado deste pequeno post, se tiverem dúvidas em relação à vida no Luxemburgo entre outras questões, deixem-nos nos comentários 😉

and remember…


Pessoalidades

Um post um bocado depressivo

8 Agosto, 2017

Hoje o post vai ser um bocadinho de cariz pessoal, e para ser honesto estou um pouco inseguro em o fazer. No entanto se conseguir ajudar alguém que passou/está a passar pelo mesmo que eu, fico contente e sei que não foi em vão.

Olá sou o André e hoje estou um bocado depressivo. Há dias em que sinto que estou um bocado em baixo, e sei que é das emoções ou algo me aconteceu para estar assim. No entanto há outros em que simplesmente estou em baixo sem razão aparente e isso é chamado de depressão clínica. Esta para mim é a pior. Parece que a depressão uniu forças com a ansiedade e o mundo de repente fica mais assustador do que já é. A mente parece que fica dura, pensar custa, comer custa, respirar custa, e sinceramente parece que perco o prazer de me levantar para seguir com a vida em frente. Nada funciona, o meu peito fica apertado, sinto que tenho um grande peso em cima dos ombros  De repente tudo se torna difícil, complexo e super messy. E sinto que nada vai ficar bem novamente. E embora me digam “hey, é só um dia mau, vais ver que isso passa e amanhã é um novo dia”, a verdade é que não é assim tão simples.

Eu sei que é a minha mente a pregar-me partidas e tentar puxar-me para baixo, como se estivesse preso num loop de pensamentos escuros, e não sentes nada. Então colocaste a ouvir músicas que outrora te fizeram-te sentir alguma coisa, e sentes-te numb, vês um filme para ver se alivia, e não consegues sequer te relacionar com a personagem, os teus amigos convidam-te para saíres, mas nem isso te consegue colocar um sorriso honesto na cara. Quando estas deprimido, sentes que te sugaram toda essa felicidade e que não há nada que a traga de volta. Então fico preso ao passado onde relembro boas memórias com esperança de sentir alguma coisa.

Como estão a ver, este não é um post propriamente positivo, mas acho que é interessante manter uma espécie de diário/registo para reler no futuro I guess. E acho que é uma boa altura para escrever tudo o que sinto e somehow, get it out of my chest.


Fotografia

A minha semana em fotos #4

6 Agosto, 2017

Esta semana não fiz nada de especial, no entanto ainda consegui capturar umas boas fotos 😉

Fronteira entre Luxemburgo e França

 

Uma rua de comércio na cidade de Luxemburgo

 

Catedral de Notre-Dame de Luxemburgo

 

Uma rua em Esch-sur-Alzette

 

Jardim em Mondorf-Les-Bains


Entretenimento Séries

Precisamos de falar sobre: Doctor Who

2 Agosto, 2017
Doctor Who Jodie Whittaker

Domingo, dia 16 de Julho a BBC fez saber que o novo Doctor, uma personagem fictícia que pode regenerar para qualquer tipo de pessoa seria uma mulher. Eu vou repetir, Doctor Who, uma personagem alienista fictícia, que pode regenerar-se para qualquer pessoa, será uma mulher. O choque, o drama, o horror!! Jodie Whittaker, irá desempenhar o papel do 13º Doctor.

Ora sendo eu um grande fã incondicional da série, amando todos os bits & bobs, e todas as suas personagens (incluindo Daleks) fiquei feliz por finalmente uma mulher, em pleno século XXI poder desempenhar o papel de Doctor. Após muitos anos da série (sim porque Doctor Who é a série de ficção cientifica mais antiga, tendo ido para o ar pela primeira vez nos anos 60 em Inglaterra *grabs a cup of tea) sinto-me um bocado indignado pelo facto de muitos fãs estarem completamente contra o facto de o novo Doctor ser uma mulher, e que grande parte dos fãs do sexo feminino acham que o Doctor tem que ser um homem, porque uma mulher já mais saberia desempenhar correctamente o papel, porque durante este tempo todo foi um homem, e é assim que sempre será.

O Twitter ficou a arder muito rapidamente com tweets a dizer que uma mulher iria destruir a série, e que deixariam de ver a série se a BBC fosse para a frente com esta decisão. Basta irem ao Twitter e ver as trends e seleccionarem Doctor Who, depois encostem-se e relaxam ao ler os tweets mais nonsense de sempre.

Num mundo ideal, as pessoas deveriam ficar excitadas e felizes por finalmente, após este tempo todo, o novo Doctor ser uma mulher. Mas … o mundo real é bem pior, e como não conseguiram arranjar forma de mudar o destino da série, vasculharam os confins da Internet por nudes da Jodie de forma a humilhar a actriz. Acho que só fizeram para tentar de alguma forma mudar o percurso e fazer com que a BBC mude de ideias e a própria BBC teve que emitir um comunicado sobre esta decisão. É nojento saber que se deram ao trabalho de procurar fotos da Jodie, só para a chantagear.

Eu acho que quando o tema é Sci-fi, os homens parecem que tem a maior dominância e então só eles podem opinar sobre o tema, e quando a maior série de ficção ameaça esse poder all hell breaks loose.


Livros

Os diferentes tipos de Hufflepuffs

1 Agosto, 2017

J.K. Rowling completou ontem 52 anos. Sendo uma das minhas escritoras favoritas e autora da famosa obra literária de Harry Potter, que influenciou milhões no mundo da literatura (incluindo eu). Hoje, trago-vos um post diferente sobre uma das casas de Harry Potter, a minha 😉

Para quem não sabe (joking claro que vocês sabem) eu fui sorteado na casa Hufflepuff no Pottermore. Sinceramente não fiquei muito surpreendido pois era a casa que sempre achei que encaixava. Embora seja uma casa desvalorizada por tantos, a verdade é que existem vários tipos de Hufflepuffs.

  1. O que tenta saber se os seus amigos estão bem a qualquer hora do dia, e certifica-se que nenhum deles esta em algum problema.
  2. O “bom ouvinte”, aquele que ouve com atenção e certifica-se que não perdeu nada do que o amigo disse.
  3. O que tenta fazer os amigos rir, independentemente da situação em que estejam. Tenta sempre encontrar uma piada para animar o dia.
  4. O que acredita que tudo pode ser resolvido com um café e bolachas, e oferece ao seu amigo uma chávena de chá de modo a que ele possa desabafar.

Mas a melhor coisa dos Hufflepuffs, é que existem vários tipos, mas acima de tudo somos pacientes, amigos e leais 😉 e já agora quais são as vossas casa ? deixem nos comentários 😛


Fotografia

A minha semana em fotos #3

30 Julho, 2017

Esta semana fui visitar parte da cidade que nos dias anteriores não consegui fazer. Ora sendo eu um bookworm, obviamente que tinha que descobrir bibliotecas na cidade, no entanto ainda não consegui ir visitar uma, mas está certamente na minha lista de locais a visitar antes de vir embora para Portugal.

Aqui ficam as fotos que me marcaram esta semana 😉

Para esta “rúbrica” quero convidar duas pessoas a participarem, a Marta, autora do blogue Life by a Brunette, e a Andreia, autora do blogue Nineteen Like. 😛


Late night thoughts

Ser forte as vezes cansa

28 Julho, 2017

Hoje é um daqueles dias “NÃO”. Com certeza que todos nós já tivemos dias assim. Seja porque nos chateamos com alguém, ou porque discutimos, ou porque chegamos atrasados a um evento, etc. Apesar de tudo, não há nada mais desmotivante acordar e ver o rumo que a nossa vida tomou. Olhar para trás e pensar que neste preciso momento teríamos algumas coisas resolvidas. Tinhas a tua licenciatura terminada, estarias à procura do teu primeiro emprego, ou então a candidatar-te a mestrado, ou então estarias a viver sozinho. Acordar e ver que não temos nada disso, e que vivemos uma mentira desde o inicio.

Ou então quando aquelas pessoas que pensavam que eram teus amigos viraram-te as costas quando precisavas. Que aquela pessoa em quem mais confiavas, partilhou os teus segredos e traíram a tua confiança. A falsidade está cada vez mais presente na sociedade, é um facto. Estou cansado de viver num mundo assim, num mundo onde cada um olha para a sua própria barriga e não quer saber dos outros, e que não olham meios para atingir fins. Que não se lembram de tudo o que fizemos por elas quando mais precisaram.

Estou farto de acreditar nas pessoas e esperar o melhor, acreditar que vão mudar, e um dia mais tarde desiludem-me cada vez mais. Estou farto de mentir e de enganar a mim próprio e dizer que tudo vai ficar bem e que é só uma fase, é só um dia mau. Apetece-me isolar do mundo, ficar sozinho.

Ser forte as vezes cansa


Fotografia

A minha semana em fotos #2

22 Julho, 2017

Esta semana decidi partir para a aventura. Então apanhei o comboio para a cidade de Luxemburgo, que é a capital do país. É incrivel a diferença entre a zona onde eu vivo que é considerada quase uma aldeia, para uma cidade como Luxemburgo.

Aqui os transportes são diferentes do que em Portugal. Eu como vivi no Porto, estava habituado ao zonamento da linha andante, e as suas regras. Aqui no Luxemburgo, compra-se um bilhete diário por 4€, e com isso podes andar durante 24h em todos os transportes e percorrer o país de norte a sul, seja de autocarro ou de comboio. Incrivel!

A grande diferença que vi na cidade foi o facto de haver pessoas de várias nacionalidades falando várias línguas (incluíndo Português). Portanto para mim que apenas fala duas línguas consegui andar tranquilo e sem qualquer problema em pedir direcções.

Esta semana foi também o dia em que perdemos uma grande voz. Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park, deixou-nos aos 41 anos. Fiz um post sobre a minha opinião sobre o suicidio de Chester aqui

 


Pessoalidades

No more sorrow

21 Julho, 2017

Desde que cheguei ao Luxemburgo tem sido difícil para mim manter-me actualizado com as noticias, e com o que se passa no mundo em geral. Como não vejo televisão, soube da notícia por volta do final do dia.

Lembro-me de ter 14 anos, e uma das músicas que tinha no meu antigo iPod era a “Leave out all the rest”. Acreditem ou não, essa música ajudou-me a passar por um dos períodos mais negros da minha adolescência e provavelmente da minha vida. No local onde estava naquela altura, não tinha Internet e então a únicas coisas que nos era permitido ter era um livro, e um leitor de MP3. Como o meu iPod tinha pouca capacidade, 70% das músicas eram dos Linkin Park. Então tinha essa música constantemente em loop.

Quando vi a notícia no Twitter, pensei que era mentira. Isto porque no passado já tinham feito uma notícia anunciando a morte do Chester, portanto não liguei muito pois não era de uma fonte fidedigna. Quando vi o Tweet do Mike Shinoda é que caiu tudo. Era verdade. Chester Bennington, vocalista dos Linkin Park tinha-se enforcado na sua própria casa.

Chester Bennington, foi mais um dos muitos artistas que se rendeu aos seus fantasmas. Este é mais um caso de uma doença que nem todos lhe dão o devido valor. A depressão.  E ver comentários como “Ele foi egoísta em se matar”, e “Como é que uma pessoa com tanto dinheiro pode estar com uma depressão”, mostra que nem todas as pessoas levam a depressão e a ansiedade a sério.

Chester pode ter morrido, mas um artista só morre verdadeiramente quando se deixa de ouvir o seu trabalho.

Now “In the end” your body is “Numb” but you have “No more sorrow“. “Breaking the habit” was difficult for you, but you were “One step closer“. Your voice will always be “Crawling” on me “From the inside” until the day I “Bleed it out“.

Rest in peace